
As inúmeras e recentes manifestações de segmentos do PT baiano, na tentativa de conseguirem demover a até então comentada decisão do senador Jaques Wagner de não ser o candidato a governador da Bahia, encabeçando a chapa majoritária governista, tornaram-se infrutíferas, a partir da última segunda-feira (28) quando Wagner tornou oficial a sua decisão durante reunião extraordinária do Partido dos Trabalhadores da Bahia (PT-BA).
“A retirada da minha candidatura não implica na retirada da candidatura do PT. Quem decidirá se terá candidatura ou não, não sou eu, será o Partido”, afirmou Wagner, que falou sobre a importância da união dos partidos na Bahia para as eleições deste ano.
Encontro aconteceu com a presença de lideranças da sigla partidária, além de deputados estaduais e federais, prefeitos, vereadores e dirigentes. Com isso, o Diretório Estadual precisará debater uma nova tática eleitoral.
O presidente do PT Bahia, Éden Valadares, comentou a reunião e garantiu respeitar a decisão de Wagner. No entanto, ele ratifica que a retirada da candidatura não foi recebida com alegria. “Nossa decisão será fruto do debate interno, mas também do imprescindível diálogo com os demais partidos e lideranças da base, como Otto, Leão, Lídice e PCdoB”, ressaltou Éden.
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