(Foto montagem/reproduções/redes sociais)
A administradora do Hospital de Aurelino Leal, Maria de Fátima César Santos, “Maria do Remédio”, ou “Marião”, como era conhecida na cidade e região, no início da noite da última sexta sexta-feira (19), passou a ser mais um número na relação de profissionais de saúde da Bahia e do Brasil, que infectada pelo novo coronavírus (Covid-19), não resistiu à convivência com a doença e, morreu. De acordo informações de veículos de imprensa da região, Maria do Remédio passou a ter dificuldades para respirar no início da semana, foi levada para uma unidade de saúde de Ilhéus na manhã de quinta (18) transferida para a UTI do Hospital Regional Costa do Cacau, na mesma cidade, não obtendo êxito na luta contra o vírus.

O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), atualizado às 17h de sábado (20), registra 6.141 profissionais de saúde confirmados para Covid-19, no estado, muitos dos quais foram a óbito. Infelizmente, ao redor do mundo, além de serem discriminados por muitas pessoas nesse tempo de pandemia, os profissionais de saúde, tem pago um alto preço, milhares foram infectados e existe entre eles, um número alto de mortes.
Apesar do uso de equipamentos de proteção individual, da instalação de túneis de desinfecção e dos procedimentos de higienização nos locais de trabalho desses profissionais, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros funcionários que atuam em ambientes de apoio e até em setores administrativos tendem a contrair mais o vírus que a maioria das pessoas, e talvez a desenvolver sintomas mais graves.
Para muitos especialistas, uma parte da explicação sobre essa vulnerabilidade dos profissionais de saúde à Covid-19, passa pela quantidade de vírus à qual eles são expostos, em determinados casos, aliada à faixa etária e de eventuais condições pré-existentes, como diabetes e doenças cardíacas, em que pese a orientação para que esses grupos de pessoas sejam afastadas temporariamente de suas funções. Depois que o vírus Sars-CoV-2 entra no corpo, ele invade as células e faz cópias de si mesmo, como é padrão para os vírus. O volume dessas cópias só cresce ao longo dos dias, isso significa que a gravidade de uma doença tende a ser pior e a capacidade de transmissão para outras pessoas, maior. Profissionais de saúde estão frequentemente em contato com outras pessoas com quadros graves da doença e, portanto, com grande quantidade de carga viral no corpo.
O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), atualizado às 17h de sábado (20), registra 6.141 profissionais de saúde confirmados para Covid-19, no estado, muitos dos quais foram a óbito. Infelizmente, ao redor do mundo, além de serem discriminados por muitas pessoas nesse tempo de pandemia, os profissionais de saúde, tem pago um alto preço, milhares foram infectados e existe entre eles, um número alto de mortes.
Apesar do uso de equipamentos de proteção individual, da instalação de túneis de desinfecção e dos procedimentos de higienização nos locais de trabalho desses profissionais, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros funcionários que atuam em ambientes de apoio e até em setores administrativos tendem a contrair mais o vírus que a maioria das pessoas, e talvez a desenvolver sintomas mais graves.
Para muitos especialistas, uma parte da explicação sobre essa vulnerabilidade dos profissionais de saúde à Covid-19, passa pela quantidade de vírus à qual eles são expostos, em determinados casos, aliada à faixa etária e de eventuais condições pré-existentes, como diabetes e doenças cardíacas, em que pese a orientação para que esses grupos de pessoas sejam afastadas temporariamente de suas funções. Depois que o vírus Sars-CoV-2 entra no corpo, ele invade as células e faz cópias de si mesmo, como é padrão para os vírus. O volume dessas cópias só cresce ao longo dos dias, isso significa que a gravidade de uma doença tende a ser pior e a capacidade de transmissão para outras pessoas, maior. Profissionais de saúde estão frequentemente em contato com outras pessoas com quadros graves da doença e, portanto, com grande quantidade de carga viral no corpo.
Fonte: Jequié Repórter
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