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quinta-feira, 9 de junho de 2022

Governo aprovou R$ 29 milhões via Lei Rouanet a empresas inabilitadas

 

Bolsonaro e Mário Frias secretário de Cultura do governo Bolsonaro. Bolsonaro usa terno preto, camiseta clara e gravata estampada. Mário usa terno azul-marinho, gravata azul-marinho e camiseta clara- MetrópolesMarcos Corrêa/PR

O governo federal aprovou via Lei Rouanet ao menos R$ 29,4 milhões, nos últimos quatro anos, a projetos de empresas ligadas a pessoas que estariam inabilitadas, revela auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU).

Segundo o portal metrópoles foi apurado que, desse total, cerca de R$ 4,29 milhões já foram pagos.

Os projetos foram aprovados entre agosto de 2018 (fim do governo Temer) e janeiro de 2021. O maior período no qual foram constatadas potenciais irregularidades, portanto, abrange a gestão do ex-secretário especial de Cultura Mário Frias e do ex-secretário Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura André Porciuncula, que se vangloriam na internet de supostamente terem acabado com a “mamata” e irregularidades no setor artístico.

auditoria da CGU aponta falhas em “todas as áreas e fases” da gestão do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), nome oficial da Lei Rouanet.

Além de erros na aprovação de projetos, a Secretaria Especial de Cultura, hoje vinculada ao Ministério do Turismo, tem sido ineficiente no processo de recuperação de recursos irregularmente aplicados, avalia a Controladoria.


Apesar de ter ocupado cargo na Esplanada dos Ministérios, Frias iniciou a carreira no ramo artístico, mais especificamente em Malhação, em 1999, na Rede Globo. Depois de anos, migrou para a Band, onde participou da segunda temporada da novela Floribella. Apresentou os programas O Último Passageiro e o Super Bull Brasil, na Rede TV. Estrelou novelas na Record TV e, em 2019, retornou à Globo interpretando Guilherme, em Verão 90 graus.

Ao menos R$ 28,785 milhões pagos a projetos culturais que tiveram as contas reprovadas, há dois anos, ainda não foram recuperados. A pasta não tomou providências para conseguir o valor de volta.

“A ausência de cobrança dos valores aplicados irregularmente nos projetos culturais, além de contrariar a legislação, pode acarretar dano ao erário, tendo em vista a dificuldade de contactar o proponente e de recuperar esses valores após anos da execução do projeto”, explica o órgão fiscalizador.

O relatório de avaliação, ao qual o Metrópoles teve acesso, se refere ao exercício de 2021 da secretaria.

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